Importar significa levar para dentro, de Matheus Garcia

Atualizado: Mai 14


@matheusgarcia.arte

"Essa é a maior tela que pintei até hoje, tem 50cm x 70cm, usei acrílica e posca, então foi um processo bem desafiador. Ela nasceu a partir de uma palestra do Mário Sérgio Cortella que eu assisti no Youtube, onde ele fala sobre ser importante e importar, e como temos uma visão equivocada sobre essas palavras.


Acredito que essa tela fala sobre o que importamos para dentro de nós. Muitas vezes colocamos atitudes, pessoas e situações tóxicas dentro da gente, que acabam por apagar quem somos de verdade. E essa pintura veio para lembrar que o que é realmente importante está dentro de nós."

Matheus Garcia


“Você e eu sabemos que vamos morrer um dia. (...) No dia que eu me for eu quero fazer falta. Fazer falta não significa ser famoso, significa ser importante. Há uma diferença entre ser famoso e ser importante. Muita gente não é famosa e é absolutamente importante. Importar significa levar para dentro. Alguém me importa para dentro, me carrega. Eu quero ser importante.”

Mário Sergio Cortella.



Conheça o artista


Matheus é um artista plástico residente do estado do Rio de Janeiro. Seu trabalho tem influências cubistas e reflexões profundas.

@matheusgarcia.arte

Matheus, quando surgiu o seu interesse pela Ilustração?


Eu cresci em uma casa com diversas informações e referências visuais a todo momento. Desde criança, eu observava minha tia Márcia (minha maior apoiadora até hoje) trabalhando com pintura e todo tipo de atividade artesanal. Essa referência dentro de casa me inspirou a começar a desenhar desde pequeno.


E você chegou a procurar por isso profissionalmente?


Eu cursei design gráfico com ênfase em animação na UVA - Universidade Veiga de Almeida, e hoje em dia eu faço um curso de pintura da EAV - Escola de Artes Visuais do Parque Lage, aqui no Rio de Janeiro. Apesar de me interessar por arte desde criança, esse é o primeiro curso voltado para essa área que eu faço.


Atualmente quais são suas principais técnicas?


Hoje, o foco do meu trabalho está na colagem e na pintura.


Como você descreveria o seu processo criativo?


Meu processo criativo ainda passa pelo desenho. Quando surge alguma ideia para uma tela, já corro para o papel para esboçar algumas soluções visuais. Além do desenho, também escrevo palavras e frases que podem compor o universo daquela tela. A partir do momento que tenho um esboço, já começo a pintar.


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